Head Citizen

" Your line wasn't drawn to let you disappear "

This is our heaviest song so far, take a few minutes and tell us what you think ;)

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From False Causation EP (2012)

Boas pessoal!É com prazer que anunciamos que o videoclip da Colourful Evil Dealer, tema nº3 do nosso EP False Causation, será lançado na próxima 6ª feira (dia 27 de Julho).Anunciamos também que abrimos as pré-encomendas para a primeira edição do nosso EP False Causation. Esta será uma edição especial, limitada a 134 unidades. Cada unidade conta com uma foto única e autografada por todos os membros da banda.O preço será de 5€ e poderão contactar-nos via email (headcitizen@gmail.com) ou junto dos membros da banda.Muito obrigado a tod@s!

Boas pessoal!

É com prazer que anunciamos que o videoclip da Colourful Evil Dealer, tema nº3 do nosso EP False Causation, será lançado na próxima 6ª feira (dia 27 de Julho).

Anunciamos também que abrimos as pré-encomendas para a primeira edição do nosso EP False Causation. Esta será uma edição especial, limitada a 134 unidades. Cada unidade conta com uma foto única e autografada por todos os membros da banda.

O preço será de 5€ e poderão contactar-nos via email (headcitizen@gmail.com) ou junto dos membros da banda.

Muito obrigado a tod@s!

Noir music video

From the EP “False Causation” by Head Citizen

Noir is the second track from our first EP “False Causation”

So this is what happens when cliché ideas meet non-cliché concepts. What exactly is the black square we may never know, but it’s sure as hell interesting.
Photography and artwork by Pedro Zimann
Download fHD version here:
http://img543.imageshack.us/img543/9262/hcwtfexphd.jpg

So this is what happens when cliché ideas meet non-cliché concepts. What exactly is the black square we may never know, but it’s sure as hell interesting.

Photography and artwork by Pedro Zimann


Download fHD version here:

http://img543.imageshack.us/img543/9262/hcwtfexphd.jpg

Head Citizen em Review

Passou um bom tempo, desde o primeiro concerto dos ArtLeak, num pequeno bar em Braga, quem esteve lá ainda se deve lembrar. Eu lembro-me porque estava bastante satisfeita por sentir que surgia ali um projeto, completamente diferente do que estava habituada a ouvir. Assim, aquele concerto acústico repetiu-se por outros bares, e o nome “ArtLeak” ia passando de boca em boca, principalmente entre aqueles que iam espreitando os concertos.


Nas conversas que temos agora existe uma ponta de arrependimento no ar, misturada com umas boas gargalhadas, porque “sabíamos lá o que estávamos a fazer, tava tudo fora de tempo”, dizem de vez a vez o Pedro, o Nuno ou o António. Mas seguidamente um pensamento passa pela cabeça deles “também aprendemos muito, é verdade”, e acabam por desabafá-lo.


Depois da formação actual da banda, várias forças tiveram de ser conjugadas para chegar ao que hoje são os Head Citizen. Tivemos de reestruturar músicas, compor outras, abandonar temas já “históricos” da banda que, por uma questão de coesão musical, já nada tinham que ver com o caminho pelo qual queríamos que o projecto avançasse. Tivemos de reestruturar a nossa própria forma de pensar e recusar concertos em sítios que não davam as condições necessárias ou que simplesmente queriam aproveitar-se da nossa ingenuidade inicial. Mesmo assim, e depois disso, ainda houve quem nos tivesse enganado. Contudo, a coisa mais forte que retemos na memória é quando, no fim desses concertos, várias pessoas diziam exatamente aquilo que tinham sentido, positiva ou negativamente, sendo sinceras e mostrando-se interessadas pela nossa música.

A realidade é que foi nestes pequenos concertos que muita gente que nos apoia atualmente surgiu. E é em parte graças a esse apoio que ainda cá estámos.No ano passado, decidimos dar um passo em frente com a gravação em estúdio de alguns temas originais, depois de termos vivido a experiência de filmar o videoclip para a música ArtLeak, e de termos participado em alguns festivais musicais.Quisemos produzir o nosso primeiro trabalho discográfico, dando a possibilidade de as pessoas ouvirem as músicas com uma melhor qualidade sonora.


Ainda temos alguns vídeos velhinhos dos vários sítios por onde passamos, e que nos fazem por vezes, cobrir a cara, “olha aquele prego”, ou darmos um sorriso de contentamento para nós mesmos, “correu bem”.


Conscientes de que ainda temos muito para fazer, que aquilo que fizemos até ao momento foi talvez subir o primeiro degrau de uma escada, com um fim ainda invisível para nós, a coisa que temos feito é viver aquilo que criamos, como temos feito até agora, e se for partilhado para pessoas que querem vivenciar essa experiência também, tudo se torna inesquecível, mesmo quando passaram já quase quatro anos da primeira apresentação do projecto, denominado na altura “ArtLeak”.

Dalila Fernandes

Art Quê?

Já se passaram alguns anos desde a origem dos Head Citizen, que durante muito tempo se denominaram ArtLeak, o nome pelo qual muitas pessoas, à data deste post, nos conhecem ainda.


Se tivemos de mudar o nome pelas ambiguidades do “Leak”, a realidade é que a fuga da arte que fomos espalhando pela nossa localidade, através de concertos em pequenos bares, avançou a par de uma consciência social do que se passa no mundo, na origem de conversas entre nós, e os que nos rodeiam.


A escolha do nome Head Citizen, é a mostra disso, um cidadão que não pensa sem a sua cabeça, efetivamente está adormecido pela melodia das cascatas de informação que desaguam nos media, sabe-se lá filtradas por quem e porquê, a mando de quem, pelos ditados pós-moderno-democráticos que já todos sabem de cor: “é a crise, vão suspender alguns direitos dos cidadãos mas tem de ser”, pelos jogos económico-políticos, em que já se torna impossível mapear o ataque que se segue. Assim, um cidadão cabeça é aquele que observa atentamente, que está desperto, em suma, que está realmente vivo. Este é o conceito ao qual todos os membros do nosso projeto se identificam.

Dalila Fernandes